<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>StereoShot</title>
	<atom:link href="http://stereoshot.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://stereoshot.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Mar 2010 19:20:06 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Alice no País das Maravilhas</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas-2/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=515</guid>
		<description><![CDATA[Tim Burton é, hoje em dia, mais popular que nunca. Aquele rebelde que edificava estranhos mundos e histórias que só eram apreciados e aclamados por alguns é, desde "O Grande Peixe", o mais recorrentemente mencionado cineasta na praça pública.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/aliceinwonderland.jpg" alt="Alice no País das Maravilhas" /></p>
<p>Tim Burton é, hoje em dia, mais popular que nunca. Aquele rebelde que edificava estranhos mundos e histórias que só eram apreciados e aclamados por alguns é, desde &#8220;<strong>O Grande Peixe</strong>&#8220;, o mais recorrentemente mencionado cineasta na praça pública. Basta olhar para os números das bilheteiras para este fim-de-semana nos Estados Unidos e também no nosso país para perceber que o toque Burton passou de um pequeno fenómeno a uma marca globalizada. Mas se há realizadores que sabem gerir e simultaneamente a arte e o êxito – basta olharmos para a carreira de Steven Spielberg – há outros que parecem perder o Norte e aquilo que os tornou singulares e tão prezados. Tim Burton parece estar a chegar a um ponto em que tem de se radicalizar a si próprio ou arrisca ver o seu legado acabar muitíssimo mais cedo do que previsto.</p>
<p>&#8220;<strong>Alice no País das Maravilhas</strong>&#8221; é uma adaptação livre dos dois livros de Lewis Carroll, uma história surrealista e encantatória sobre uma menina que se refugia num mundo de maravilhas e alguns horrores, repleta de personagens riquíssimas e bizarras que também elas têm muito para contar. Um onirismo transcendente como significante mecanismo de maturação pessoal e psicológico. Agora vemos uma Alice mais velha, sem memória do vivenciou em criança, preparada para casar mas novamente segue o Coelho Branco e entra neste universo que ela julga agora ter construído. Mas tudo parece diferente.</p>
<p>E é-o. É quase impossível descobrir o mundo fantástico e alucinado de Carroll aqui, numa tentativa declarada de Tim Burton de torná-lo mais identificável e acessível. Para trás fica a alma do texto original e da sua própria marca autoral enquanto realizador. Este universo é completamente indistinto, seguindo a fórmula já cansada dos filmes de fantasia pós-&#8221;<strong>Senhor dos Anéis</strong>&#8220;. Para alguém que de raiz criava cosmos inteiros de demência gótica, a dimensão visual deste filme é tão densa ou peculiar quanto tudo o que já se viu nas &#8220;<strong>Crónicas de Nárnia</strong>&#8220;<strong> </strong>e seus derivados.</p>
<p>Desta forma, e pelo argumento absolutamente inconsequente que traça, trai todas as personagens do conto de onde foi beber inspiração, tirando-lhes toda a vida e reduzindo-as a meros peões serviçais de um enredo patético e incongruente. É logo de notar que o maior protagonismo deste filme é dado, não à sua personagem principal, interpretada por uma Mia Wasikowska com potencial aqui desperdiçado, mas a Johnny Depp no papel de Chapeleiro Louco. Depp, actor exímio que mostrou recentemente uma grande interpretação em &#8220;<strong>Inimigos Públicos</strong>&#8220;, parece agora condenar-se a repetir variações da mesma caricatura desinspirada e sonolenta com aquele já que foi o seu maior aliado. A própria Helena Bonham Carter, a única que mostra alguma capacidade de transfiguração, cedo se cansa do seu retrato vazio.</p>
<p>Tudo aqui é tristemente inócuo e desprovido de qualquer significado narrativo ou meramente visual. No final tudo se resume a uma batalha igual a todas as outras, sem provocar qualquer mudança em nenhum dos seus intervenientes, Alice incluída. Esta passagem pelo buraco de coelho deixou-a exactamente igual a como entrou, ainda que o final de inspiração desonesta queira fazer crer em contrário. E este filme de Tim Burton é igualmente esquecível, incapaz de conjurar uma imagem ou momento que perdurem para além do final do visionamento. Algo que se está a tornar demasiado expectável no percurso do realizador. Mas para quem afirma que em <strong>&#8220;<strong>Alice no País das Maravilhas</strong>&#8220;</strong> vemos o cineasta de forma automatizada e desinteressada, tal não podia ser menos verdade: Tim Burton não está aqui de todo.</p>
<p><em>NOTA: Evitar a projecção 3D a todo o custo. É muito fácil perceber que de facto não foi concebido de raiz para ser visto desta forma, reduzindo-se a um trabalho de pós-pós-produção preguiçoso e ganancioso.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alice no País das Maravilhas</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 19:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Berto Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=506</guid>
		<description><![CDATA[Tim Burton é um cineasta com uma visão muito peculiar, quase todos os seus filmes são maravilhas visuais que muitas vezes deslumbram o espectador. No entanto como quase tudo na vida, chega a um ponto que a corrente de criatividade acaba por abrandar e até estagnar. Nem sempre ele consegue manter os níveis de qualidade e originalidade que nos habituou, algo mais gritante a meu ver em grandes produções que envolvem mais dinheiro e menos liberdade criativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/alice2.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/alice2.jpg" alt="" width="500" height="250" /></a></p>
<p>Tim Burton é um cineasta com uma visão muito peculiar, quase todos os seus filmes são maravilhas visuais que muitas vezes deslumbram o espectador. No entanto como quase tudo na vida, chega a um ponto que a corrente criativa acaba por abrandar e até estagnar. Nem sempre ele consegue manter os níveis de qualidade e originalidade que nos habituou, algo mais gritante a meu ver em grandes produções que envolvem mais dinheiro e menos liberdade criativa.</p>
<p>Ao contrário do que se podia pensar, esta versão da história da Alice não é uma reimaginação dos livros, mas sim uma sequela. Alice é agora uma adolescente a caminho dos 20 anos que ainda tem memórias das suas aventuras passadas, no entanto não se recorda de nada e interpreta-as apenas como sonhos. Após uma proposta de casamento forçada, Alice volta a seguir o coelho branco toca abaixo e lá reencontra o Pais das Maravilhas.</p>
<p>&#8220;<strong>Alice no Pais das Maravilhas</strong>&#8221; nunca consegue manter um ritmo coerente e quase sempre se nota que anda perdido sem saber que rumo tomar. É compreensível a dificuldade de passar o universo da Alice para filme, já que os próprios livro são muito pouco ortodoxos e envolvem muitas e diferentes situações estranhas, sendo que muitas delas são extremamente <em>non sense</em>. Mas o facto de ser uma sequela libertaria um pouco do fardo que seria seguir os livros à letra, é pena que não o tenham conseguido fazer. O resultado acaba por ser uma história previsível, que passa grande parte do tempo a moer sem necessidade. Basta ver a primeira e ultima meia hora para perceber todo o filme. A mensagem de emancipação feminina que o filme tenta passar é demasiado forçada e inserida &#8220;às sete pancadas&#8221;.</p>
<p>Muito do filme não é mais que <em>fan service</em>, ou seja, tentam meter todos os personagens dos livros em cena, mesmo que a sua presença não faça grande sentido, isso resulta numa multidão de personagens completamente superficiais e sem qualquer real utilidade para a narrativa. No entanto alguns dos personagens mais memoráveis e carismáticos como o gato Cheshire (muito bem interpretado por Stephen Fry) e a Lagarta (Alan Rickman) marcam muito boa presença, eles são exactamente o que imaginava ao ler os livros. Obviamente o papel de Chapeleiro Louco tem grande destaque, afinal de contas é interpretado por Johnny Depp, mas a sua pequena história secundária só serve para quebrar o ritmo do filme. A adorável Mia Wasikowska em alguns momentos mostra traços da Alice reguila e respondona dos livros, mas basicamente é apenas um veiculo para Tim Burton mostrar o universo do filme.</p>
<p>Visualmente é um filme bonito e consegue cativar e deslumbrar em alguns pontos, o aspecto quase <em>cartoon</em> entra bem no espírito do filme. O <em>CGI</em> devia ser melhor, principalmente nas animações de alguns personagens e na interacção entre actores reais e virtuais. A banda sonora de Danny Elfman é surpreendentemente invisível e desinteressante.</p>
<p>Dá a sensação que &#8220;<strong>Alice no País das Maravilhas</strong>&#8221; não foi um projecto muito acarinhado e não houve grande entrega por parte de todos os intervenientes. Não há alma, não há paixão e falta alguma da chama que Tim Burton coloca nos seus projectos mais pessoais. Parece mais um produto artificial que uma criação apaixonada, e é pena, porque as obras de Lewis Carrol mereciam algo melhor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia 8 de Julho no Optimus Alive com novas bandas</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/03/dia-8-de-julho-no-optimus-alive-com-novas-bandas/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/03/dia-8-de-julho-no-optimus-alive-com-novas-bandas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Banaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Faith No More]]></category>
		<category><![CDATA[La Roux]]></category>
		<category><![CDATA[Optimus Alive]]></category>
		<category><![CDATA[The xx]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=497</guid>
		<description><![CDATA[O dia 8 de Julho já vai contar com mais quatro bandas. Faith no More, Alice in Chains, The xx e La Roux.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 8 de Julho já vai contar com mais quatro bandas, duas para o Palco Optimus e outras duas para o Superbock.</p>
<p>Os Faith no More, que já cá estiveram o ano passado, vão-se juntar aos Kasabian e aos Phoenix. Já os Alice In Chains voltam passados 12 anos desde o último concerto, vão estar cá para continuar a digressão iniciada em 2009, <em>The Second Coming Tour</em>.</p>
<p>Para o Palco Superbock estão confirmados os The xx e os La Roux.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/03/dia-8-de-julho-no-optimus-alive-com-novas-bandas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>LOST: Última Temporada &#8211; Análise a &#8216;Sundown&#8217;</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/03/lost-ultima-temporada-analise-a-sundown/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/03/lost-ultima-temporada-analise-a-sundown/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 09:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=503</guid>
		<description><![CDATA[Aqui é revelada a significância do título do episódio: é nesta altura do dia que na religião muçulmana as preces são consumadas. O Sayid que demandava a redenção evidenciava a sua crença no seu Deus, e nele mesmo, desta forma, mas há muito que não o vemos a confirmar a sua fé. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/lost606b.jpg" alt="LOST" /></p>
<p>Quando conhecemos Sayid Jarrah no voo 815 ele era um homem fracturado em busca de um novo começo. Antigo torturador para a Guarda Republicana durante a Guerra do Golfo, apaixonou-se por uma das suas prisioneiras, alguém que o enfeitiçou desde o primeiro momento e o fez querer acreditar que poderia ser um homem melhor. Nas suas colaborações com a CIA e o governo norte-americano é-lhe dado o paradeiro da sua amada e é que com esse sonho que ele embarca para Los Angeles. Na Ilha cedo é visto como um homem de acção e, apesar de não conseguir por vezes alterar a perspectiva que tem dele próprio e desencadear sobre outros acções subjectivamente honrosas mas moralmente dúbias, também como alguém que apesar de um passado abominável é, no cerne, um ser humano benévolo levado ao limite pelas nefastas circunstâncias que o destino lhe reservou. Quando finalmente sai da Ilha consegue rever Nadia com quem acaba por casar. Num acto de condenação improrrogável ela morre num fatídico acidente que o coloca de novo a caminho da flagelação enquanto arauto da morte.</p>
<p>Nesta nova realidade paralela vemos inicialmente um Sayid menos assombrado, capaz de rectificar os erros do seu passado, reconhecendo ele mesmo que, por enquanto, não é merecedor do amor da mulher que provocou todas estas benignas mudanças. No acto de altruísmo direcciona-a para alguém que julga ser mais adequado que ele e com quem ela acaba por constituir uma família&#8230; o seu próprio irmão. Mas nem Sayid nem Nadia deixam de acalentar o amor que foi sendo desviado ao longo dos anos e o irmão de Sayid acaba por revelar que mesmo ele não está livre de defeitos e necessita que lhe salve a vida, e consequentemente a da família que construiu, ceifando outras. Sayid vai tentando diligentemente não regredir a acções antigas, quer por vontade própria quer por súplica de Nadia, mas novamente cai no ciclo que levou à sua ruína. Se em todas as outras personagens que vimos até agora, existia uma redenção das suas vidas falhadas – um Paraíso prometido depois da passagem pelo Julgamento da Ilha – Sayid parece mais uma vez condenado a uma existência isenta de qualquer espécie de salvação.</p>
<p>Na Ilha, Sayid morreu. Mas passadas duas horas ergueu-se novamente. No entanto tal acontecimento não é visto por Dogen, o guardião do Templo, como um milagre proporcionado pelo recentemente falecido Jacob. Muito pelo contrário, ele acredita que Sayid foi ressuscitado pela força que crê ser a sua oponente, ao ponto de tentar fazer com que Jack, inconscientemente, o mate. Quando ele próprio parece ser incapaz de o fazer, talvez porque Jarrah é ainda um candidato à posição de Jacob, tenta subvertê-lo para que, numa prova de benignidade, assassine aquele que agora ocupa o lugar de Locke, sabendo que este não poderia ser morto desta forma. Através de Sayid, Esau envia uma mensagem aos refugiados no Templo: agora estão livres e aqueles que quiserem juntar-se a ele até ao pôr-do-sol serão bem-vindos enquanto que os que decidirem continuar a lhe resistir sofrerão as consequências.</p>
<p>Aqui é revelada a significância do título do episódio: ‘<strong>Sundown</strong>’. É nesta altura do dia que na religião muçulmana as preces são consumadas. O Sayid que demandava a redenção evidenciava a sua crença no seu Deus, e nele mesmo, desta forma, mas há muito que não o vemos a confirmar a sua fé. Existia sempre a esperança de uma reviravolta moral para esta alma sofrida mas o arcanjo negro acaba por tomar conta dele naquele que é o mais dilacerante e aterrador culminar de um episódio de LOST. O despojo de todo o bem que ainda residia dentro de Sayid é uma visão pavorosa; talvez porque, finalmente, nesta aparente luta entre o Bem e o Mal, vemos alguém que julgávamos conhecer escolher declaradamente um dos lados. Depois do sol se pôr, e muito em paralelo com a apropriação de ‘<strong>Heart of Darkness</strong>’ por Francis Ford Coppola em &#8216;<strong>Apocalypse Now&#8217;</strong>, o sangue jorra no Templo e nada parece resistir senão o mais visceral dos horrores. Sayid, numa arrepiante e tenebrosa transfiguração de Naveen Andrews, e também Claire, que na sua sinistra demência cada vez mais se afasta da inocência que a caracterizava, parecem ter elegido uma via envolta em escuridão sem hipótese de novo vislumbre de luz. Pela primeira vez na história de toda a série assistimos a uma imersão total nas trevas: o apocalipse chegou e a promessa de redenção, em que está assente a própria premissa introdutória de todas estas personagens, fica aqui apagada para sempre. E pior e mais avassalador do que qualquer morte é este horrífico ponto de não retorno.</p>
<p>A fé muçulmana indicia também que o dia do julgamento final será marcado pela chegada de um falso messias e o encobrimento do mundo por uma nuvem de fumo que irá infectar todos os seus habitantes. No entanto os fiéis morreriam, sendo poupados ao julgamento, enquanto que os restantes teriam de responder pelos seus pecados. Será este o derradeiro final de LOST? Os crentes serão recompensados pelos seus sacrifícios com uma nova vida, em que não duplicam os erros que os condenaram anteriormente, enquanto que os dolosos estão castigados a uma iteração eterna das mesmas trevas que os desmoronaram.</p>
<p><img src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/lost606a.jpg" alt="LOST" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/03/lost-ultima-temporada-analise-a-sundown/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ellie Goulding &#8211; Lights</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/03/ellie-goulding-lights/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/03/ellie-goulding-lights/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 21:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[Ellie Goulding]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=491</guid>
		<description><![CDATA[Superou os <strong>Delphic </strong>e <strong>Marina &#38; The Diamonds</strong> ao ganhar a escolha da crítica como melhor aposta para 2010 nos <em>Brit Awards</em> e em Março lançou finalmente o tão desejado disco, “<strong><em>Lights</em></strong>”!

Depois de sucessos instantâneos como “<strong><em>Under the Sheets</em></strong>” e “<strong><em>Starry Eyed</em></strong>” as expectativas estavam consideravelmente altas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/musica/ellie2.jpg"><img src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/musica/ellie2.jpg"></a></p>
<p>Superou os <strong>Delphic </strong>e <strong>Marina &amp; The Diamonds</strong> ao ganhar a escolha da crítica como melhor aposta para 2010 nos <em>Brit Awards</em> e em Março lançou finalmente o tão desejado disco, “<strong><em>Lights</em></strong>”!</p>
<p>Depois de sucessos instantâneos como “<strong><em>Under the Sheets</em></strong>” e “<strong><em>Starry Eyed</em></strong>” as expectativas estavam consideravelmente altas, tão altas que se compreendia perfeitamente a nomeação, e vitória, para a escolha da crítica. Mas até que ponto essas expectativas foram superadas?</p>
<p>Quando comparado às duas boas músicas que lançou como <em>singles </em>temos de dizer que existe um maior sentimento de desilusão do que satisfação, mas quando olhamos para o disco de estreia de Ellie Goulding como um todo percebemos que “<strong><em>Lights</em></strong>” vai mais além de duas músicas que ajudaram a lançar esta jovem britânica de voz melodiosa, ainda que não consiga chegar muito longe.</p>
<p>Além de “<strong><em>Under the Sheets</em></strong>” e “<strong><em>Starry Eyed</em></strong>” que podemos nós encontrar? Logo de início somos preparados com uma batida básica, simples, que foge muito ao Pop Electrónico que nos havia sido prometido. Claro que essa sensação é rapidamente esquecida quando começamos a ouvir “<strong><em>Starry Eyed</em></strong>”.</p>
<p>Ainda com os olhos a brilhar, passamos por uma música ainda com alguma batida, uma das melhores, “<strong><em>This Love (Will Be Your Downfall)</em></strong>”, até que somos guiados ao apogeu deste disco, “<strong><em>Under the Sheets</em></strong>”.</p>
<p><a href="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/musica/covers/elliegouldinglights.jpg"><img class="alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/musica/covers/elliegouldinglights.jpg" alt="" width="150" /></a>Só é pena que de seguida sejamos presenteados com uma quebra bastante acentuada. “<strong><em>The Writer</em></strong>” não consegue aguentar nada do que foi construído até este momento, muito menos após uma das músicas com mais batida e mais marcantes do álbum. Se compararmos esta música à primeira que ouvimos, “<strong><em>Guns and Horses</em></strong>”, não fugimos muito à mesma onda, o problema está na altura que a onda já tinha alcançado!</p>
<p>Sem mais nenhum <em>single </em>a ouvir, o resto do disco é uma descoberta e um voltar a erguer da queda que foi “<strong><em>The Writer</em></strong>”. Com “<strong><em>Everytime You Go</em></strong>” e “<strong><em>Wish I Stayed</em></strong>” voltamos a entrar no ritmo. Esta última consegue ser mais interessante e é uma boa ponte para “<strong><em>Your Biggest Mistake</em></strong>”. Infelizmente, o disco não consegue evoluir muito mais.</p>
<p>“<strong><em>I Hold My Breath</em></strong>” consegue entreter e “<strong><em>Salt Skin</em></strong>” acaba o disco bastante bem, é outra das melhores músicas, desconhecidas, do disco de estreia desta jovem, mas não podemos deixar de pensar que depois de um início bastante bom existiu uma quebra bastante acentuada que já não foi possível recuperar com as restantes melodias.</p>
<p>No geral, o ouvinte anda à volta de corações partidos, namoros terminados ou prestes a começar e saudades de outros tempos. Tudo pode ser encontrado nas letras de Ellie Goulding e além de não ser nada de novo para uma artista mais focada no género Pop, é a mistura da letra com a batida descontraída e <em>feel good</em> que torna este disco numa obra musical despretensiosa, divertida e de audição bastante simpática. Podia ser melhor, mas é um começo bastante agradável e que apresenta um futuro risonho a uma cantora que, de certeza, tem muito mais a dar!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/03/ellie-goulding-lights/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>The Exploding Girl</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/02/the-exploding-girl/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/02/the-exploding-girl/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 20:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[franklin pipp]]></category>
		<category><![CDATA[mark rendall]]></category>
		<category><![CDATA[maryann urbano]]></category>
		<category><![CDATA[oscilloscope pictures]]></category>
		<category><![CDATA[zoe kazan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=489</guid>
		<description><![CDATA[Um filme que retrata uma outra paixão mais profunda em Nova Iorque.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="550" height="360"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/19103"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/19103" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" allowfullscreen="true" width="550" height="360"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/02/the-exploding-girl/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>The Cat Piano</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/02/the-cat-piano/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/02/the-cat-piano/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 16:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas & Boas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ari Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Cave]]></category>
		<category><![CDATA[Noir]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=487</guid>
		<description><![CDATA[Nesta segunda edição do "<strong><em>Curtas &#038; Boas</em></strong>" é apresentada uma animação narrada por Nick Cave. Nesta curta-metragem animada é-nos contada a história de uma cidade de gatos que passam a noite a cantar até que numa noite vem um vulto e rapta todos os gatos que cantem para construir um <em>Cat Piano</em> (sim, este instrumento diabólico existe mesmo).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda edição do &#8220;<strong><em>Curtas &#038; Boas</em></strong>&#8221; é apresentada uma animação narrada por Nick Cave. Nesta curta-metragem animada é-nos contada a história de uma cidade de gatos que passam a noite a cantar até que numa noite vem um vulto e rapta todos os gatos que cantem para construir um <em>Cat Piano</em> (sim, este instrumento diabólico existe mesmo).</p>
<p>Com um estilo muito noir, esta animação de Ari Gibson tem uma banda sonora deslumbrante e desenhos fantásticos. Toda a história é muito intensa e é uma das curtas que mais me deslumbrou nos últimos tempos!</p>
<p><a href="http://stereoshot.com/2010/02/the-cat-piano/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/02/the-cat-piano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Thom York anuncia o nome da sua nova banda</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/02/thom-york-anuncia-nome-da-sua-nova-banda/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/02/thom-york-anuncia-nome-da-sua-nova-banda/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 14:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Álvaro Banaco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[atoms for peace]]></category>
		<category><![CDATA[Flea]]></category>
		<category><![CDATA[Joey Waronker]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Refosco]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Godrich]]></category>
		<category><![CDATA[The Eraser]]></category>
		<category><![CDATA[Thom York]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=484</guid>
		<description><![CDATA[Thom Yorke, vocalista dos Radiohead, já anunciou o nome da banda com quem irá entrar em digressão para promover as músicas de The Eraser, álbum que Yorke lançou a solo em 2006.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Thom Yorke, vocalista dos <em>Radiohead</em>, já anunciou o nome da banda com quem irá entrar em digressão para promover as músicas de <em>The Eraser</em>, álbum que Yorke lançou a solo em 2006.</p>
<p>&#8220;<em>Decidimos chamar-nos Atoms For Peace. Espero que gostem do nome&#8230; Pareceu-nos bastante óbvio</em>&#8220;. Disse Yorke aquando do anúncio do nome da banda que é também uma das músicas de <em>The Eraser</em>.</p>
<p>O grupo vai juntar o baixista dos <em>Red Hot Chili Peppers</em>, Flea, o produtor dos <em>Radiohead</em>, Nigel Godrich, o baterista Joey Waronker (que trabalhou com os <em>R.E.M</em> e <em>Beck</em>) e o percussionista brasileiro Mauro Refosco.</p>
<p>Fonte: Blitz</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/02/thom-york-anuncia-nome-da-sua-nova-banda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma Outra Educação</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/02/uma-outra-educacao/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/02/uma-outra-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 18:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Berto Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Carey Mulligan]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Sarsgaard]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Outra Educação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=476</guid>
		<description><![CDATA["Uma Outra Educação" é um dos muitos outsiders desta edição dos Óscares, com tantos nomeados é normal surgir alguns filme sem qualquer hipótese de ganhar, mas cuja nomeação é já de si uma grande vitória. É o caso deste filme, que é o representante britânico desta edição dos Óscares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/an_education.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/cinema/an_education.jpg" alt="" width="550" height="318" /></a></p>
<p>&#8220;<strong>Uma Outra Educação</strong>&#8221; é um dos muitos <em>outsiders</em> desta edição dos Óscares, com tantos nomeados é normal surgir alguns filme sem qualquer hipótese de ganhar, mas cuja nomeação é já de si uma grande vitória. É o caso deste filme, que é o representante britânico desta edição dos Óscares.</p>
<p>Baseado numa autobiografia da jornalista britânica Lynn Barber e adaptado pelo Nick Hornby, a acção de &#8220;<strong>Uma Outra Educação</strong>&#8221; decorre durante os anos 60 britânicos, uma época especial e determinante no passado recente daquele país. Foi durante esta década que a Inglaterra começou a mudar, libertando-se das amarras e vestígios conservadores vitorianos, para uma sociedade muito influenciada pelos avanços sociais do continente europeu, especialmente francês. A jovem Jenny é a personificação perfeita deste movimento. É educada de forma conservadora e tradicionalista, mas procura experiências diferentes. Essas experiências serão vividas com a chegada de David.</p>
<p>O filme é acima de tudo uma história do crescimento de Jenny e a sua transformação de criança em mulher e de todas as dificuldades dai resultantes. No final não conseguimos deixar de pensar que tudo não é mais que uma lição de vida para a jovem protagonista. E acaba por ser aí que &#8220;<strong>Uma Outra Educação</strong>&#8221; não me conquistou. A lição da Jenny não é particularmente cativante, e a certo ponto o desenrolar e a conclusão da sua história tornaram-se previsíveis.</p>
<p>Gostei bastante do elenco. Peter Sarsgaard está seguro como sempre e Alfred Molina conseguiu surpreender com uma personagem que parecia ser tremendamente cliché, mas todo o destaque vai para a adorável Carey Mulligan que tem uma interpretação assente num vasto leque de emoções. Começa como uma doce e inocente adolescente e termina como uma desiludida e desgastada jovem mulher.Destaque também para as breves aparições da grande Emma Thompson e Olivia Williams. Nas interpretações o filme não falha.</p>
<p>Esperava mais de &#8220;<strong>Uma Outra Educação</strong>&#8220;, era aliás uma das minhas maiores esperanças para os nomeados de melhor filme que ainda não vi. Obviamente não é um mau filme, longe disso, mas não consegui sentir mais que desinteresse, a certa altura coloquei-me em piloto automático à espera do final.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/02/uma-outra-educacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gogol Bordello dia 10 de Julho no Alive!10</title>
		<link>http://stereoshot.com/2010/02/gogol-bordello-dia-10-de-julho-no-alive10/</link>
		<comments>http://stereoshot.com/2010/02/gogol-bordello-dia-10-de-julho-no-alive10/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Gogol Bordello]]></category>
		<category><![CDATA[OptimusAlive10]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://stereoshot.com/?p=465</guid>
		<description><![CDATA[A <strong>Everything Is New</strong> continua a satisfazer a curiosidade do público e lançou mais um nome, o segundo esta semana, para o alinhamento da edição deste ano do <strong>Optimus Alive!10</strong>.

<strong>Gogol Bordello</strong> são assim a nova banda que irá entreter o público no dia 10 de Julho no <em>Palco Optimus</em>. A banda junta-se assim a <strong>Pearl Jam</strong> que actuam no mesmo dia, e <strong>Kasabian</strong>, <strong>Phoenix </strong>e <strong>Burns </strong>no dia 8 de Julho e <strong>Gossip </strong>no dia 9 de Julho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/musica/gogolbordello.jpg"><img src="http://i925.photobucket.com/albums/ad91/stereoshot/musica/gogolbordello.jpg"></a></p>
<p>A <strong>Everything Is New</strong> continua a satisfazer a curiosidade do público e lançou mais um nome, o segundo esta semana, para o alinhamento da edição deste ano do <strong>Optimus Alive!10</strong>.</p>
<p><strong>Gogol Bordello</strong> são assim a nova banda que irá entreter o público no dia 10 de Julho no <em>Palco Optimus</em>. A banda junta-se assim a <strong>Pearl Jam</strong> que actuam no mesmo dia, e <strong>Kasabian</strong>, <strong>Phoenix </strong>e <strong>Burns </strong>no dia 8 de Julho e <strong>Gossip </strong>no dia 9 de Julho.</p>
<blockquote><p><em>A trupe cigana de Eugene Hütz está de volta à cidade e actua no Palco Optimus do Maior Evento de Música e Arte, no dia 10 de Julho. Os Gogol Bordello vêm ao Optimus Alive!10 apresentar o novo disco de originais, &#8220;Transcontinental Hustle&#8221;.</em></p>
<p><em>Mistura única de punk e música cigana, os Gogol Bordello contam já com quatro álbuns de originais, mas é ao vivo que a banda faz a festa. Explosivos e arrebatadores, os concertos dos Gogol Bordello não deixam ninguém ficar parado.</em></p>
<p><em>Com 11 elementos de vários países (Ucrânia, Rússia, Israel, Etiópia, Estados Unidos, Escócia, Equador, Roménia e Polónia), os Gogol Bordello aterram no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, para actuar no Palco Optimus do Optimus Alive!10.</em></p>
<p><em>Os Gogol Bordello juntam-se aos já confirmados, Kasabian e Phoenix (8 Julho), Gossip (9 Julho) e Pearl Jam e LCD Soundsystem (10 Julho). Três dias com muita Música e Arte no Optimus Alive!10.</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://stereoshot.com/2010/02/gogol-bordello-dia-10-de-julho-no-alive10/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
